quarta-feira, 31 de maio de 2017

Ética e Administração Pública

Ética e Administração Pública - Turma 01 A

Curso Ética e Administração Pública do Instituto Legislativo Brasileiro - ILB.



1 Apresentação do Curso
 O curso de Ética e Administração Pública tem carga horária de 40 horas/aula,  duração de 60 dias, a contar da data da matrícula e foi concebido com o objetivo de conceituar e contextualizar a Ética e sua importância para o indivíduo, o cidadão e a Administração Pública.

Seu conteúdo está dividido em três módulos, cuja leitura e estudo deverão ser feitos através de uma navegação linear, por meio do índice dos módulos, pois os temas vão sendo construídos gradativamente.

O Conteúdo programático do curso está assim organizado:

Módulo I – Ética

Unidade 1 – Importância do estudo, histórico e conceituação.
Unidade 2 – Ética e Moral.
 Módulo II – Ética em Contexto

Unidade 1 – A ética, eu e outro.
Unidade 2 – Ética e sociedade.
Unidade 3 – Ética, imprensa e novas mídias.
Unidade 4 – Ética e Lei.
Unidade 5 – Ética e Estado.
Unidade 6 – Ética, vida e natureza.
 Módulo III – Ética na Administração Pública

Unidade 1 – Administração Pública.
Unidade 2 – Ética e Administração Pública.
Unidade 3 – Ética no Legislativo.


São oferecidos alguns textos de apoio ao conteúdo. Eles foram cuidadosamente selecionados para complementar seus estudos e espera-se que você os leia atentamente. Cada módulo está dividido em um conjunto de unidades. Em cada uma delas, além do texto principal e dos textos de apoio, você dispõe de links que conduzem a sítios na Internet, onde você terá a oportunidade de aprofundamento no conteúdo proposto.

Por se tratar de um curso de educação à distância por meio da Internet, sem auxílio de tutoria, você será o responsável pelo seu próprio aproveitamento e definirá seu percurso ao longo do conteúdo proposto, de modo que possa alcançar os seguintes objetivos: 

Objetivos por Módulo - 
Módulo 1 tem como objetivo Conhecer um pouco do histórico da Ética e sua conceituação e saber diferenciar Ética e Moral. 

O módulo 2 tem como objetivo Compreender o papel e a importância da Ética em relação a outros sujeitos sociais. 

Já o módulo 3 tem como objetivos Conceituar Administração Pública e reconhecer seus agentes; Conhecer os princípios da Administração Pública que a regem; Identificar as principais instâncias de controle interno e externo; Reconhecer a questão ética implícita em cada um dos princípios acima; e  Refletir sobre a Ética no Poder Legislativo. 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

La liste des membres du premier gouvernement du quinquennat d'Emmanuel Macron et d'Edouard Philippe:


Gérard Collomb ministre d'Etat, ministre de l'Intérieur. 
Nicolas Hulot ministre d'Etat, ministre de l'ecologia
François Bayrou ministre d'Etat, garde des Sceaux
Bruno Le Maire ministre de l'Economie
Sylvie Goulard ministre des Armées
Jean-Yves Le Drian ministre de l’Europe et des Affaires étrangères
Richard Ferrand ministre de la Cohésion des territoires
Agnès Buzyn ministre des Solidarités et de la Santé
Francoise Nyssen ministre de la Culture
Murielle Pénicaud ministre du Travail
Jean-Michel Blanquer ministre de l’Education nationale
Jacques Mézard ministre de l’Agriculture et de l’Alimentation
Gérald Darmanin ministre de l’Action et des Comptes publics 
Fredérique Vidal ministre de l’Enseignement supérieur, de la Recherche et de l’innovation
Annick Girardin ministre de l’Outre-mer
Laura Flessel ministre des Sports
Elisabeth Borne ministre chargée des Transports
Marielle de Sarnez est ministre chargée des affaires européennes. Les secrétaires d'Etat
Christophe Castaner porte-parole du gouvernement chargé des relations avec le Parlement
Marlène Schiappa est chargée de l'égalité des femmes et des hommes
Sophie Cluzel est chargée des personnes handicapées
Mounir Mahjoubi est chargé du numérique



«PORTRAITS - Ils viennent d'intégrer le gouvernement d'Edouard Philippe. Découvrez la galerie de portraits des nouveaux ministres.»
  • Gouvernement Édouard Philippe : qui sont les ministres de Macron  [consulté le 17 mai 2017]. Disponible sur: http://www.lefigaro.fr/elections/presidentielles/2017/05/17/35003-20170517ARTFIG00183-gouvernement-edouard-philippe-qui-sont-les-ministres-de-macron.php 

    sábado, 22 de abril de 2017

    segunda-feira, 3 de abril de 2017

    “À mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta”


    À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta. Como todos os bons provérbios, este tem um suporte histórico. Refere-se à segunda mulher de Júlio César, Pompeia, de quem ele se divorciou por suspeitar que ela o traíra, mesmo sem ter provas. 




    História 
    A história é bastante conhecida. Decorria, em casa de Júlio César, no dia 1 de Maio do ano 62 a.C., a festa da Bona Dea  “Boa deusa”, uma orgia báquica, reservada exclusivamente às mulheres. A celebração fora organizada por Pompeia Sula, segunda mulher de Júlio César, ao que consta, uma mulher jovem e muito bela.
    Acontece que Publius Clodius, jovem rico e atrevido, estava apaixonado por Pompeia, não resistiu: disfarçou-se de tocadora de lira e, clandestinamente, entrou na festa, na esperança de chegar junto de Pompeia. Porém, foi descoberto por Aurélia, mãe de César, sem que tivesse conseguido os seus intentos.
    Nesse mesmo dia, todos os romanos conheciam a peripécia e César decretou o divórcio de Pompeia. Mas César não ficou contra Publius Clodius, chamado a depor como testemunha em tribunal, disse que nada tinha, nem nada sabia contra o suposto sacrílego. Foi o espanto geral entre os senadores: “Então porque se divorciou da sua mulher?”. A resposta tornou-se famosa: “A mulher de César deve estar acima de qualquer suspeita”.
    Esta frase deu origem a um provérbio, cujo texto é geralmente o seguinte: "À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta.




    Pompeia no "Promptuarii Iconum Insigniorum"

    terça-feira, 8 de dezembro de 2015

    Como a extrema-direita tanto cresceu, na França, em um período de 30 anos, por Nonna Mayer.

    "...Este é o resultado de 30 anos de crescimento da Frente Nacional, partido que foi capaz de, nas últimas décadas, fincar raízes em todo o país e em todas as classes sociais, segundo a análise de Nonna Mayer, presidente da Associação Francesa de Ciência Política e especialista em estudos sobre a extrema-direita. Pesquisadora do centro de estudos europeus da prestigiosa universidade Sciences Po, em Paris, ela explica como a nova estratégia de normalização estabelecida por Marine Le Pen conseguiu atrair um novo público, entre mulheres, classe operária e trabalhadores precários em geral.

    Cientista política francesa Nonna Mayer


    Autora, com Cecile Braconnier, do livro "Les inaudibles - Sociologie politique des précaires" ("Os inaudíveis - Sociologia política dos precários", sem edição brasileira), ela explica que a muito heterogênea população francesa está cada vez mais seduzida pelo discurso "franco" da líder de extrema-direita, que contrasta com as promessas da "turma do paletó e gravata".
    Opera Mundi: Transcorridos mais de 30 anos desde a estreia da Frente Nacional no cenário político francês, em 1984, como evolui a sociologia de seus eleitores nestas três décadas?

    Nonna Mayer: Muitas coisas mudaram, mas acho que podemos identificar uma constante, que é o baixo nível de educação. Isso não quer dizer que alguém que fez uma pós-graduação jamais votaria por um candidato da FN, mas este ainda é o melhor indicador de voto. Ou seja, a probabilidade de votar na FN aumenta quanto menor for o nível de escolaridade do eleitor. Durante muitos anos, existia uma outra constante: a maioria dos eleitores eram homens. As mulheres eram mais relutantes. Jean-Marie Le Pen [pai de Marine], que chefiava o partido desde sua criação, tinha um traço de machismo e de violência que afastava as mulheres. Mas os números mostram que isso já não é mais verdade desde a eleição presidencial de 2012. A chegada de Marine Le Pen, a filha do velho cacique, acabou atraindo um novo público: mulheres jovens, de baixa renda e baixa qualificação, que fazem parte de um proletariado dos serviços e do comércio. Tipicamente, são as mulheres dos caixas nos supermercado, que nutrem um sentimento de revolta. Finalmente, existe um elemento recorrente desde 1988, que é a rejeição em relação aos imigrantes. Em 2012, por exemplo, 95% dos eleitores da FN diziam ser contra a imigração.

    OM: O que representa a imigração no imaginário destes eleitores?

    NM: Os imigrantes, tal qual apresentados pela Frente Nacinal, representam uma tripla ameaça. Primeiro, eles podem tomar nossos empregos, e se aproveitar dos programas sociais. Segundo, eles são uma fonte de insegurança pública. Por fim, eles ameaçam a identidade nacional. Aliás, acho que o reflexo identitário é muito mais forte do que o econômico. Até porque muitos eleitores da FN têm um pensamento progressista do ponto de vista econômico. Eles acreditam no papel do Estado, das ajudas sociais e dos sindicatos. Mas têm medo de ver um prefeito muçulmano ser eleito numa grande cidade.

    OM: Marine Le Pen repete que a FN virou o primeiro partido da classe operária. Ė verdade?

    NM: Ė uma afirmação com a qual é preciso tomar com cuidado. Devemos lembrar que os operários são os que têm os salários mais baixos e a maior probabilidade de ficar desempregados. Estas pessoas que vivem numa situação de grande insegurança econômica, são as que menos se inscrevem nas listas eleitorais, e mesmo entre os inscritos, são os que mais se abstêm de votar. Depois, depende muito da idade. A geração do "baby-boom" continua em parte fiel à esquerda, ou decidiu parar de votar. Mas para os jovens, que já não esperavam nada do Partido Socialista, votar na FN pode ser bem mais natural.

    OM: Esta tentação é mais forte para os trabalhadores mais pobres?

    NM: Não é bem assim. Quem vota mesmo na FN é o trabalhador que tem pouco, mas ainda assim tem algo que pode perder. Ele odeia os ricos, porque tem a sensação que eles têm direito a tudo na França. Mas ele também não gosta dos mais pobres, porque acredita que eles se aproveitam das ajudas sociais do Estado sem fazer nada, enquanto ele se mata de trabalho. Eu diria que há um tipo de estrabismo social, tanto para cima quanto para baixo. É nesta camada onde encontramos a maior tentação de voto para a FN.

    OM: O mapa dos eleitores da Frente Nacional parece ser mais ou menos o mapa da desigualdade social. Quem são estes precários que viram cada vez mais para a extrema-direita?

    NM: A população precária é muito heterogênea: encontramos mães solteiras que criam sozinhas dois ou três filhos, aposentados que não conseguem mais pagar as contas com pensões baixas e sem ajuda da família, ou desempregados que já não têm mais direito ao seguro-desemprego. São todas pessoas que dependem muito da ajuda do Estado, e que por isso sempre foram mais atraídos pela esquerda. Em 2012, era clara a rejeição deles em relação ao ex-presidente Nicolas Sarkozy, visto como o presidente dos ricos. Hoje, eles são cada vez atraídos por um discurso xenófobo contra os estrangeiros, inclusive por parte de imigrantes que chegaram na França 40 anos atrás e acham que os "novos estrangeiros" já não respeitam nada. O desespero e a concorrência em relação às ajudas sociais explicam esta tentação.

    Reprodução

    Em vermelho: à esquerda, mapa mostra locais onde votação na FN é mais expressiva; à direita, regiões mais desiguais do país
    OM: Durante anos, o voto para a FN foi chamada de "voto de protesto", mas a maioria dos eleitores escondiam esta preferência. Ainda funciona assim?

    NM: É cada vez menos um voto de protesto. Hoje, é também uma vontade de tentar outra coisa: já que os governos de esquerda e de direita não deram certo, quem sabe a FN faça melhor. Também, a vergonha que existia em relação a este voto está desaparecendo. Antes, existia uma grande diferença entre o número de pessoas que declaravam votar na FN e as que o faziam, mas já não é mais o caso. Este é o resultado de uma estratégia de normalização do partido por parte de Marine Le Pen. Ainda não é um partido como os outros, já que, segundo as pesquisas, 54% dos franceses o percebem como um perigo para a democracia, mas ela ganhou em visibilidade e em respeitabilidade. Numa cidade como Frejus, no sudeste do país, que tem um prefeito da FN, é bastante natural e até reivindicado se dizer eleitor de extrema-direita.

    OM: Qual é a margem de progressão da FN hoje?

    NM: Todos os fatores são favoráveis para a FN. Estamos em um contexto internacional de ansiedade, com a ascensão do Estado Islâmico e do terrorismo. Há a divisão de seus adversários, os escândalos de corrupção, e o fato de que a FN nunca esteve no poder. E finalmente, temos que ressaltar as próprias qualidades de Marine Le Pen. Todas as pesquisas mostram que ela é vista como menos racista e violenta do que o pai dela, e que ela tem um discurso entendido por todos, ao contrário do que falam os políticos tradicionais, vistos como a "turma do paletó e gravata". Ela se sai bem na mídia, apresentando mensagens claras — ao contrário da direita e da esquerda. Os eleitores acham que ela é "franca"."

    29/03/2015

    segunda-feira, 21 de setembro de 2015


    Curso de Relações Internacionais – Teoria e História  


    Imagem: 
     
    Turma 05 B

    Apresentação do Curso:

    "Curso de Relações Internacionais – Teoria e História...Foi concebido com o objetivo de instruir os alunos em aspectos de relações internacionais que lhes permitam a eficiente aplicação em suas atividades de assessoria parlamentar ou governamental."


    O Conteúdo programático do curso está assim organizado:

    Módulo I – Conceitos Elementares e Correntes Teóricas das Relações Internacional

     
    Unidade 1 – As Relações Internacionais no Mundo Contemporâneo: Dilemas e Perspectivas
    Unidade 2 – Conceitos Fundamentais
    Unidade 3 – Correntes Teóricas das Relações Internacionais
    Unidade 4 – Realismo
    Unidade 5 – Sociedade Internacional
     

    Módulo II - Evolução Histórica das Relações Internacionais – Da Era Moderna ao Entre-Guerras

    Unidade 1 – As Relações Internacionais na Era Moderna
    Unidade 2 – A Nova Ordem Internacional do Século XIX
    Unidade 3 – A Primeira Guerra Mundial e o Entre-Guerras

    Módulo III - Evolução Histórica das Relações Internacionais – Da Segunda Guerra Mundial ao Século XXI

    Unidade 1 – A Segunda Guerra Mundial
    Unidade 2 - O Sistema Internacional Pós-1945
    Unidade 3 – O Fim da Guerra Fria e a Nova Ordem da Década de 1990
    Unidade 4 – O Sistema Internacional no Século XXI: Perspectivas





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