Pular para o conteúdo principal

O Leão e o Imposto de Renda: Significado


O LEÃO E O IMPOSTO DE RENDA





O Imposto de Renda é um tributo direto, no qual o cidadão repassa parte de sua renda média anual para o Estado. Acredita-se que o mesmo tenha se originado na Inglaterra, quando o governo inglês necessitava de recursos extras para custear a guerra contra a França de Napoleão Bonaparte. No Brasil, as primeiras tentativas de implementação do tributo ocorreram em 1843. No entanto, as pressões exercidas por empresários levaram o Imposto de Renda a ser instituído somente em 1922, por meio da Lei 317, editada em 21 de outubro.

É comum ouvirmos expressões como “prestar contas ao leão” para designar o pagamento do imposto. Também é fato: quase sempre que lemos algo sobre o mesmo em uma revista ou jornal, por exemplo, sempre vemos a imagem do felino. Tudo isso começou em 1979, quando a Receita Federal decidiu criar uma campanha publicitária para divulgar o tributo. Após a análise de muitas propostas, se decidiu que a imagem do leão era ideal para a campanha: um animal justo; leal; forte, embora não ataque sem avisar; manso, mas não bobo.

Esta era justamente a idéia que se queria passar: o governo não seria condescendente com a sonegação. A repercussão da campanha publicitária do leão foi um sucesso, uma vez que até hoje a imagem do animal, embora não seja mais usada pela Receita Federal, é diretamente associada ao Imposto de Renda.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

LOGOSCRACIA & Kleptus/Calímacos Hezeu/Phelios/Telúria/Protesto Logoscratico

O termo LOGOSCRACIA virou parte de um "Reino" de um jogo virtual. O conceito de Logoscracia , utilizado por mim como: "O Estudo da lógica do Poder" fará 1 ano dia 25 de novembro de 2009. Sempre verifico na internet (google) se há novidades sobre a palavra LOGOSCRACIA. Hoje 10 de novembro de 2009 pesquisei novamente e encontrei a palavra LOGOSCRACIA .Verifiquei que a postagem do site foi no dia Jun 9 2009, 08:17 PM Assim é o jogo que utiliza a palavra LOGOSCRACIA Esse é o "Calímacos Hezeu" Jogador: Kleptus Personagem: Calímacos Hezeu Cultura: Phelios Classe: Diplomata Características: Provador Real, Mentalidade Industrial(Madeira), Arquiteto Atributos: For 6, Des 6, Con 12, Int 18, Sab 15 e Car 18 Nome do Reino (domínio): Logoscracia de Telúria, ou apenas Telúria/Telur Território: 91 Cores do Reino: Dourado e Branco. Símbolo: Sol com um olho aberto em seu centro ...

O Alienista de Machado de Assis e os Dias Atuais: Reflexões sobre Sanidade e Poder

  O Alienista de Machado de Assis e os Dias Atuais: Reflexões sobre Sanidade e Poder Publicado em 1882, "O Alienista" permanece como uma das obras mais perspicazes de Machado de Assis, oferecendo reflexões que ecoam com inquietante precisão na sociedade contemporânea. A narrativa do Dr. Simão Bacamarte e sua Casa Verde transcende o contexto do século XIX para se tornar uma lente através da qual podemos examinar questões urgentes de nosso tempo. O Poder de Definir a Normalidade No conto machadiano, o médico Simão Bacamarte assume o poder de determinar quem é são e quem é louco na pequena Itaguaí. Essa prerrogativa, aparentemente científica, revela-se um mecanismo de controle social que ressoa profundamente com debates contemporâneos sobre saúde mental. Hoje, enfrentamos questões similares quando observamos a medicalização crescente de comportamentos que antes eram considerados parte do espectro normal da experiência humana. A tristeza torna-se depressão, a inquietação vira tra...

Quando o Estado Rompe a Confiança, Deve Ser Responsabilizado

  Quando o Estado Rompe a Confiança, Deve Ser Responsabilizado “O Estado é o guardião da confiança pública. Quando a quebra, quebra-se o elo invisível que sustenta a legitimidade.” —  Pierre Rosanvallon A democracia não se sustenta apenas sobre eleições periódicas, divisão de poderes e ritos legais. Ela repousa sobre uma fundação invisível, mas decisiva: a  confiança pública . Quando um cidadão aceita obedecer às leis, pagar tributos, delegar poder a representantes, ele está apostando que o Estado — em nome do interesse coletivo —  cumprirá sua parte no pacto social . Mas o que acontece quando o Estado quebra esse pacto? Quando, em vez de proteger direitos, os nega? Quando, em vez de gerir com justiça, governa com privilégios? Quando corrompe a verdade, manipula a lei e governa por conveniência? O que acontece é simples:  rompe-se a legitimidade. E quem rompe a confiança pública, deve ser punido. A confiança como princípio normativo, não apenas social Pierre Ros...